Conselho consultivo da PGR privilegia discussão em torno da ética e integridade.

O Procurador-geral da República advertiu aos magistrados presentes, provenientes das 21 províncias do país, que não se deve exigir ao cidadão o cumprimento da lei se não houver da parte dos fiscais da legalidade o compromisso com a legalidade e a ética no exercício das funções. Hélder Pita Grós espera que os dois dias de evento sirvam para reflexão uma profunda em torno dessas questões e, no final dos trabalhos, haja as sumpção de compromissos.

A tramitação processual constitui uma das principais preocupações da Procuradoria-Geral da República, em virtude de uma série de reclamações de cidadãos, que, em muitos casos, não compreendem a tipologia processual e, por conseguinte, esperam por mais celeridade – refere o procurador Avelino Capessa, porta-voz do conselho consultivo, que tem a cidade do Huambo como palco. Ler mais em Opaís.