A China deixou de ser o maior credor de Angola em 2025, segundo dados divulgados pelo Ministério das Finanças.

A estratégia de endividamento de Angola tem priorizado a redução da dívida colateralizada ao petróleo, tendo sido já amortizada a dívida com credores brasileiros e israelitas.

Os credores internos passaram a ser os principais credores de Angola com um stok da dívida que corresponde a 28 por cento.