Suspensão da Guiné-Bissau na CPLP sinaliza rejeição a rupturas constitucionais.

A suspensão temporária da Guiné-Bissau de todas as actividades da CPLP, decidida a 16 de Dezembro pelos Chefes de Estado e de Governo, é vista pelo analista Osvaldo Mboco como um reflexo das fragilidades institucionais do país e, ao mesmo tempo, como uma mensagem política clara da organização contra governos resultantes de golpes de Estado, reafirmando o compromisso com a ordem constitucional e os princípios democráticos. Ler mais em Opaís