Os sectores imobiliários e petrolíferos foram identificados como os mais vulneráveis ao branqueamento de capitais em Angola, ocupando o primeiro lugar na tabela de prioridades de mitigação por sectores, segundo a Avaliação Nacional de Risco, de 2025
O documento, elaborado por peritos da Unidade de Informação Financeira (UIF), a que o jornal OPAÍS teve acesso, conclui que o nível de vulnerabilidade nacional à prática deste tipo de crime é médio, resultado da conjugação entre a capacidade institucional do país e os riscos específicos associados aos principais sectores económicos. Ler mais em Opaís




