A 4 de Fevereiro, Angola não recorda apenas uma data, revive um grito.
Um grito de coragem, de dor e de esperança que rasgou o silêncio do colonialismo e abriu o caminho para a liberdade. Em 1961, homens e mulheres comuns tornaram-se gigantes da História, armados não só de coragem, mas de um amor profundo pela pátria.
Hoje, mais de seis décadas depois, ainda ecoam os passos daqueles que ousaram dizer basta. Sobreviventes desse dia maior voltam a falar, não como vítimas do passado, mas como testemunhas vivas da fundação da nação. As suas vozes são relíquias, os seus relatos são património imaterial de Angola.




