Assumir a liderança da União Africana (UA) num contexto complexo, marcado por múltiplos focos de instabilidade, crises pós-eleitorais, conflitos armados persistentes e um ambiente geopolítico internacional de elevada incerteza, é o desafio a que Angola se predispôs, com o apoio de todos os Estados-membros da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC)
O calendário assinalava 17 de Agosto de 2 0 2 3 quan do os Chefes de Estado e de Governo, reunidos na 43.ª Cimeira, realizada em Luanda, aprovaram por unanimidade a decisão 28, que conferia a João Lourenço a possibilidade de candidatar-se à presidência rotativa da União Africana para o mandado de um ano que, por força dos seus estatutos, estava reservado aos países desta região do nosso continente.
Para preparar, coordenar e organizar todas as tarefas inerentes à liderança de Angola na UA, o Presidente da República criou, em Novembro de 2024, um grupo de trabalho intermi- nisterial liderado pelo ministro das Relações Exteriores, Téte António, coadjuvado pelo ministro da Defesa Nacional, Antigos Combatentes e Veteranos da Pátria, João Ernesto dos Santos “Liberdade”. Ler mais em Opaís




