A Centralidade do Kilamba, durante anos, apresentada como exemplo de planeamento urbano e organização habitacional no país, vive hoje um novo momento com o surgimento de várias construções que começaram a ser edificadas em diferentes pontos, ocupando espaços antes livres, áreas verdes e outros locais. A situação divide a opinião dos moradores, sendo que uns aplaudem as edificações e outros mostram-se contra por considerarem estar a descaracterizar aquela centralidade construída em 2011.
As obras, visíveis em vários quarteirões da Centralidade do Kilamba, tida como referência urbana, trouxeram consigo uma mistura de expectativas e preocupações. Para alguns moradores, representam progresso, combate ao abandono de terrenos e aproximação de serviços essenciais. Para outros, são sinais de descaracterização do projecto original e ameaça à qualidade de vida.
Para constatar esta realidade, o jornal OPAÍS esteve naquela Centralidade, inaugurada em 2011, onde ouviu moradores, trabalhadores e operários para perceber como estas novas construções estão a ser recebidas e que impacto poderão ter no futuro do município. Entre os interlocutores, o morador Cláudio Silva avançou que as obras em curso podem trazer benefícios para a comunidade. Na sua avaliação, o município do Kilamba mantém-se organizado e limpo, e as novas infra-estruturas poderão contribuir para melhorar a imagem da Centralidade. Ler mais em Opaís.




