Os biscates (trabalho informal) são apontados como sendo a ocupação de muitas pessoas que, na ausência de um emprego formal, fazem desta área o seu melhor ganha-pão. O estudo desenvolvido pelo Centro de Investigação da Universidade Lusíadas de Angola (Cinvestec) revela a existência de um alto nível de informalidade em Angola.
Apesar de, em termos qualitativos, os dados de emprego indicarem uma melhoria nas cidades, as condições de emprego no país continuam a forçar quase 90% das pessoas a trabalhar (87,5%).
Segundo o Relatório Económico do terceiro Trimestre de 2025, documento do Cinvestec que este jornal teve acesso, dos 70% que procuram trabalhar e encontram um emprego, em Angola, vivem de biscates, apenas 21% conseguem um emprego formal.No mundo rural, praticamente, não existe emprego formal e no mundo urbano este representa apenas 30% do emprego total. O emprego formal total é de apenas 20%, concluem os analistas. Ler mais em Opaís




