Mais de 100 imóveis, entre residências, estabelecimentos comerciais e oficinas, vão ser demolidos no traçado por onde passa a via rápida, que vai ligar o município do Lobito ao da Catumbela, num percurso de sete quilómetros. O administrador municipal da Catumbela, José Ferreira, tranquilizou, na Terça-feira, 24, em conferência, e promete não deixar “ninguém na rua” e justifica que “o Estado é uma pessoa de bem”
A via-rápida é parte de um conjunto de obras circunscritas no Plano Integrado Emergencial de Benguela, avaliado em mais de 415 milhões de dólares, fruto de um financiamento britânico.
Para essa obra, conforme informações obtidas por este jornal no local, o orçamento não prevê construção de casas para realojar famílias, cujas casas podem vir a ser demolidas, mas o administrador municipal da Catumbela, José Ferreira, declara que o Governo Provincial de Benguela deverá assumir o ônus, garantindo que “ninguém vai ficar na rua”.
O governante informou que, antes de se ter avançado com o projecto, a sua equipa técnica esteve no terreno a trabalhar no levantamento dos imóveis a demolir, que são 101, entre residências, estabelecimentos comerciais e oficinas. Ressalta que essa empreitada remonta há mais ou menos seis anos, à época ele ainda não sonhava que seria o administrador da Catumbela. Ler mais em Opaís




