O país registou mil 558 mortes, nos últimos seis meses, em consequência de seis mil 125 acidentes de viação, informou nesta Quarta-feira, 8, em Luanda, o comandante-geral da Polícia Nacional, comissário-geral Francisco Ribas.
Em declarações à imprensa, no final da 1.ª sessão ordinária do Conselho Nacional de Viação e Ordenamento do Trânsito (CNVOT), a Vice-Presidente da República, Esperança da Costa, frisou que houve, relativamente ao período homólogo anterior, uma diminuição de 29 mortes e um aumento de 68 acidentes. O comandante-geral da Polícia Nacional adiantou ainda que, no mesmo período, registaram-se oito mil e 86 feridos, com uma redução de 720, comparativamente ao período homólogo.
“Importa referir que, apesar de se verificar uma redução relativa de 29 mortes, houve acidentes que tiveram um grande impacto a nível do país”, enfatizou. Avançou que, no âmbito do Plano Nacional de Prevenção e Segurança Rodoviária 2023-2027, foi anaisado o relatório do Programa de Prevenção Rodoviária, designado “MUDE, Antes Que Seja Tarde”, referente ao período compreendido dos últimos seis meses.
Sublinhou igualmente que, apesar dos esforços empreendidos pelo Executivo, o quadro de sinistralidade rodoviária continua preocupante a nível do país, destacando- se os acidentes por atropelamento, colisão entre automóveis, motociclos e despistes seguidos de capotamentos, sendo que as províncias mais críticas são Luanda, Huíla, Huambo, Benguela, Cuanza-Sul, Bié e Icolo e Bengo. Francisco Ribas referiu que os acidentes com maior letalidade foram registados no período da madrugada e fora das localidades, em zonas difíceis da assistência médica, tendo envolvido veículos de transportes colectivos de passageiros.




