Governo garante trabalhos infra-estruturais nas zonas afectadas para permitir que, perto de 20 mil pessoas, acomodadas em três centros de acolhimento, regressem à procedência. Vítimas, que perderam quase tudo, falam em recomeço de uma vida, ao mesmo tempo que continuam a apelar a apoios para lá de bens alimentares. Precisam de materiais de construção
O Governo de Benguela procedeu, já, à reabertura de algumas escolas e orientou o retorno às aulas, condicionadas por conta das cheias de 12 de Abril, que devastaram bairros, sendo os da Seta Antiga, Tchipiandalo e Massangarala os mais afectados. As autoridades já garantiram que se ocupariam da construção e reabilitação de casas. Este jornal sabe que ainda não houve nenhum passo do Governo nesse sentido, estando, por ora, a prestar apenas uma atenção especial aos diques de protecção que tinham sido rompidos pela fúria das águas. Ler mais em Opaís




