{"id":5034,"date":"2026-02-20T09:31:22","date_gmt":"2026-02-20T08:31:22","guid":{"rendered":"https:\/\/www.radiomais.ao\/?p=5034"},"modified":"2026-02-20T09:31:22","modified_gmt":"2026-02-20T08:31:22","slug":"mais-de-15-mil-pessoas-morreram-em-30-mil-acidentes-envolvendo-mototaxistas-em-2025","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.radiomais.ao\/index.php\/2026\/02\/20\/mais-de-15-mil-pessoas-morreram-em-30-mil-acidentes-envolvendo-mototaxistas-em-2025\/","title":{"rendered":"Mais de 15 mil pessoas morreram em 30 mil acidentes envolvendo mototaxistas em 2025."},"content":{"rendered":"\n<p><strong>Os dados foram avan\u00e7ados ao jornal OPAIS pelo presidente da Associa\u00e7\u00e3o de Motoqueiros e Transportadores de Angola (AMOTRANG), Bento Rafael, tendo sublinhado que Luanda continua a ser o centro das fatalidades, com o registo de maior n\u00famero de casos. A inobserv\u00e2ncia das regras do C\u00f3digo da Estrada est\u00e1 na base destas ocorr\u00eancias que enlutaram fam\u00edlias e deixaram ou- tras centenas de pessoas com sequelas irrevers\u00edveis<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p>Um universo de 15 mil cidad\u00e3os perdeu a vida em todo o pa\u00eds em consequ\u00eancia de 30 mil acidentes de via\u00e7\u00e3o, envolvendo mototaxistas durante o ano todo de 2025 at\u00e9 ao m\u00eas de Janeiro deste ano. Os dados foram avan\u00e7ados ao jornal OPAIS pelo presidente da Associa\u00e7\u00e3o de Motoqueiros e Transportadores de Angola (AMOTRANG), Bento Rafael, tendo sublinhado que Luanda continua a ser o centro das fatalidades, com o registo de maior n\u00famero de casos.<\/p>\n\n\n\n<p>Na sequ\u00eancia, explicou, seguem as prov\u00edncias de Benguela, Bi\u00e9, Huambo e Hu\u00edla. J\u00e1 Malanje \u00e9 uma das prov\u00edncias que registou, nesse per\u00edodo, uma baixa ocorr\u00eancia, ao contr\u00e1rio do que era anteriormente. Entre as causas desses acidentes, o l\u00edder associativo explicou que a inobserv\u00e2ncia das regras do C\u00f3digo da Estrada esteve na base das ocorr\u00eancias que enlutaram fam\u00edlias e deixaram outras centenas de pessoas com sequelas irrevers\u00edveis.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Resist\u00eancia \u00e0 forma\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>De acordo com Bento Rafael, grande parte dos operadores de mototaxis continua a mostrar resist\u00eancia \u00e0 forma\u00e7\u00e3o, situa\u00e7\u00e3o quecontribui para que os acidentes continuem a ser registados em n\u00fameros preocupantes. A t\u00edtulo de exemplo, a fonte esclareceu que, dos 1 milh\u00e3o de operadores de mototaxis que operam em todo o pa\u00eds, apenas 14 mil t\u00eam forma\u00e7\u00e3o em mat\u00e9ria de C\u00f3digo da Estrada. Ainda segundo Bento Rafael, apesar de a sua organiza\u00e7\u00e3o ter levado a cabo regularmente o processo de forma\u00e7\u00e3o, at\u00e9 mesmo em sistema ambulat\u00f3rio, ainda assim, frisou, tem sido dif\u00edcil convencer os operadores de mototaxis a se capacitarem.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Os dados foram avan\u00e7ados ao jornal OPAIS pelo presidente da Associa\u00e7\u00e3o de Motoqueiros e Transportadores de Angola (AMOTRANG), Bento Rafael, tendo sublinhado que Luanda continua a ser o centro das fatalidades, com o registo de maior n\u00famero de casos. 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